OMS afirma que número de idosos quase triplicará no Brasil até 2050

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Especialista em coluna alerta para os cuidados que pessoas com 60 anos ou mais devem ter

A Organização Mundial da Saúde divulgou em seu Relatório Mundial de Saúde e Envelhecimento que o Brasil, até o fim do século, será considerado uma nação envelhecida. Atualmente 12,5% da população brasileira é de idosos e esse número deve chegar próximo aos 30% até 2050. Segundo a OMS, países com uma população de idosos acima de 14% são considerados nações envelhecidas.

O diretor do departamento de estatísticas da OMS afirmou que, nos países com renda baixa ou média, os serviços de saúde não são formados para tratar de pessoas idosas e também destacou que essas pessoas têm problemas de saúde múltiplos e crônicos. O ortopedista Rogério Vidal explica que a partir dos 60 anos é comum surgirem problemas nas articulações, entre eles a artrose: doença que pode ocorrer em qualquer articulação, mas que normalmente afeta as que apresentam maior movimento. “Após os 60 é comum que apareçam deformidades decorrentes da má postura e que se tornam permanentes e difíceis de serem revertidas.

Os ligamentos sofrem alteração, levanto também a artrose (desgaste natural da cartilagem que reveste nossas articulações). Essa doença costuma se instalar no quadril, nos joelhos e na coluna, são os lugares onde vemos mais, mas podem aparecer também nas mãos, nos pés, nos ombros”, esclarece Vidal. Segundo o especialista, a rotina da pessoa e os hábitos é que vão determinar um desgaste maior ou menor das articulações. “As causas da artrose dependem do tipo do trabalho, se a pessoa pratica atividades físicas regularmente, de tem doenças degenerativas ou é obeso. Tudo isso pode causar um desgaste maior nas articulações e ajudar na manifestação do problema”.

O tratamento preventivo é a melhor forma para prevenir as dores da artrose segundo Dr. Rogério Vidal. A prática de atividades físicas e uma alimentação balanceada são medidas que retardam o aparecimento dos sintomas. “O procedimento cirúrgico se tornou a última opção e é utilizado só em casos de uma artrose severa ou quando os tratamentos conservadores não surtem efeito. Como os pacientes têm buscando ajuda cada vez mais precocemente, conseguimos melhorar a qualidade de vida da pessoa, evitando muitas vezes a cirurgia, com acupuntura, fisioterapia, etc.”, conclui o doutor. ​

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