Escoliose: como tratar o problema ainda na infância

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Especialista destaca a importância do diagnóstico e tratamento precoce

Existem alguns problemas ortopédicos que são relativamente comuns na criança, por conta de seu desenvolvimento. Nessa fase da vida é comum, por exemplo, a criança ter “pé chato”, “esse é um problema relativamente normal, principalmente hoje em dia, quando as crianças não são mais estimuladas a andarem descalças e em terrenos irregulares, hábitos esses que fazem com que o pé ganhe curvatura”, explica o ortopedista dr. Rogério Vidal.


Outro exemplo, é o hábito de andar nas pontas dos pés, um outro problema que causa preocupação nos pais, apesar de ser uma ação normal da criança, por conta do desenvolvimento do sistema nervoso e do corpo.


“O aspecto negativo desse hábito e que deve causar preocupação é se a criança persistir com esse costume. O andar nas pontas dos pés pode significar alguma doença neurológica na criança é isso precisa ser investigado”, alerta Vidal.


Fique atento ao desenvolvimento do seu filho


A atenção e a observação são os segredos para uma vida mais tranquila com as crianças, e para evitar problemas ortopédicos que podem ser não apenas ser diagnosticados na infância, como também ajudam a iniciar o tratamento para impedir que o problema se agrave. “O papel dos pais é fundamental nessa hora. Observe os hábitos do seu filho e procure o médico ao notar qualquer sinal diferente. Mesmo que no fim seja um problema típico da idade mesmo sem grandes consequências”, o ortopedista esclarece que a coluna da criança é um dos pontos que merecem total atenção, por conta da escoliose, que é o desvio de lateralidade da coluna. “Às vezes, a criança nasce com isso, então é importante que os pais fiquem de olho, levem a criança ao pediatra e chamem a atenção dele para um possível problema”, explica.


Segundo o ortopedista, é comum, infelizmente, que médicos pediatras não percebam de início a escoliose, “crianças de 2 e 3 anos de idade acabam desenvolvendo esse problema sem que o pediatra consiga diagnosticar e recomendar o tratamento”.


Se o problema não é identificado na infância ele pode trazer complicações já na adolescência quando muitos jovens se queixam de dores e desconfortos musculares. “Caso isso aconteça procure logo um ortopedista e faça exames de raio x total da coluna para avaliar o nível comprimem-se e tomar as medidas mais adequadas”, finaliza.

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