Diagnóstico precoce da escoliose evita cirurgia na coluna

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Alerta aos pais: entre adolescentes, as meninas são as mais afetadas

Mais de 6 milhões de brasileiros, em especial adolescentes do sexo feminino, forem de escoliose, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A condição é um desvio da coluna vertebral para a esquerda ou para a direita, formando uma curva em “S”. Pode surgir em qualquer fase da vida e ter diferentes causas, como as congênitas, as degenerativas e as idiopáticas, quando não se identifica o motivo do desvio.

A escoliose
Pode aparecer já na infância ou na adolescência, e “as formas de tratamento são variadas e dependem do grau de desvio da coluna”, afirma o ortopedista especialista em coluna, Rogério Vidal. Ele explica que as maneiras de tratar podem ir desde a observação do paciente, até a cirurgia, nos casos mais graves.

Escolhendo o tratamento…
A escolha do tratamento mais adequado leva em consideração fatores como o tipo de escoliose, a faixa etária do paciente, a graduação do desvio e os sintomas apresentados. O especialista indica que o tratamento cirúrgico seja destinado aos casos de desvios severos ou aos que apresentem alterações neurológicas.

Vidal elucida que essa circunstância ocorre “quando a situação é caracterizada pela irradiação da dor para os membros inferiores, alteração de força e de sensibilidade ou alteração no controle de esfíncteres (fezes e urina)”.

Como ocorrem os procedimentos?
O período da adolescência desperta preocupação especial nos estudiosos. Após o Raio x da coluna vertebral, a curva é mensurada e a partir daí  o tratamento é planejado. Quando as curvas apresentam medidas entre 20 a 40º o tratamento é feito com uso de colete na coluna vertebral. Acima disto está indicado o tratamento cirúrgico. O objetivo é impedir a progressão da curva, seja através do uso do colete, ou com a cirurgia.

“Muitas vezes, a observação do problema é feita pelo professor nas aulas de Educação Física. Mas os pais devem ficar atentos e, tão logo identifiquem o desvio, devem encaminhar os filhos ao ortopedista”, conclui o Dr. Rogério Vidal.

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