Artrose: o que é, quais sintomas e como tratar?

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15 milhões de pessoas no Brasil são atingidas, causas são diversas, mas há como se prevenir  

De acordo com pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, 15 milhões de brasileiros sofrem de artrose. A condição pode afetar qualquer pessoa e é mais comum a partir dos 30 anos. Trata-se de um desgaste nas articulações, principalmente naquelas mais suscetíveis aos movimentos, como coluna, joelhos, quadris e mãos. 

Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apontam que a osteoartrite, conhecida como artrose, é responsável por 7,5% de todos os afastamentos do trabalho, sendo a segunda condição de saúde que mais justifica o auxílio-doença. Além disso, ela é a quarta a determinar a aposentadoria, com um quantitativo de 6,2% dos brasileiros.

  

Causas para a artrose

O ortopedista e especialista em coluna pelo Hospital das Clínicas, Dr. Rogério Vidal de Lima, aponta que as causas da osteoartrose são variadas e, entre elas, estão a falta de exercício físico e a obesidade, que podem contribuir para a manifestação do problema.  

“A artrose pode acometer qualquer articulação com muito movimento.  As causas dependem do tipo de trabalho, da prática de atividades repetitivas, doenças degenerativas, obesidade, enfim, tudo isso pode causar desgaste nas articulações”.  

Formas de prevenir a artrose

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), 20% dos adultos brasileiros têm artrose. Para o especialista, as melhores maneiras de prevenir a artrose, e retardar o aparecimento dos sintomas, incluem a prática de exercícios físicos e a adoção de uma alimentação balanceada.

Ele pondera, ainda, que quanto antes as pessoas buscarem por tratamentos alternativos, mais chances existem para a prevenção da cirurgia.  “Cada vez mais, o paciente busca o tratamento precoce, assim, conseguimos dar qualidade de vida à pessoa, prevenindo a cirurgia, com acupuntura e fisioterapia, por exemplo.”  

  

No caminho da prevenção, ele reitera que, hoje, o procedimento cirúrgico é utilizado em último caso. E conclui pontuando que a intervenção cirúrgica é utilizada somente em casos severos e em situações nas quais os tratamentos conservadores não façam efeito. 

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